Rober
Dante
Hodo
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Alguém já estudou sobre essa forma de roteiro? Eu estou pensando em dar uma olhada melhor nisso e melhorar um pouco mais o Robercleiton.
Basicamente eu queria que esse novo Robercleiton fosse mais puxado pro pokemon, onde o jogo é bem rápido e fluido, e viciante, queria recrutar os 12 personagens do jogo bem rapidamente e desenvolver eles, mas acabei fazendo de outra forma o jogo, deixando mais tradicional, e nisso o jogo ficou um pouco misturado, meio rápido em algumas partes , e sem um desenvolvimento tão bom, ai to pensando em dar uma geral no jogo usando esse método de roteiro, não igualzinho, mas trabalhando algumas idéias dele. Por exemplo, no lugar do Robercleiton ser recrutado de imediatamente, posso fazer ele viver um dia a dia na vila rober, e ai a vila é digamos atacada pelo personagem que quer tomar o lugar do herói,
A base do jogo ia ser praticamente a mesma, só seria melhor traballhada. Com vilões aparecendo mais vezes e tendo um desenvolvimento melhor.
O que acham?
Eu já estudei um pouco por meio de uma série de videos que o Brandon Sanderson (autor the Mistborn) compartilhou no youtube:
Eu pessoalmente gosto muito de histórias que mostram o futuro ou um momento diferente do tempo do herói, dando um gosto do universo e do que você vai ter, antes de começar a construção lenta do personagem. De forma que mistura o que está acontecendo e o que está sendo preparado. Eu pessoalmente chamo isso de "segurar a mão do telespectador e levar ele para um passeio". Acho que vale muito a pena!
A Menace nunca vai morrer. 🙂
Jornada do herói seria aquelas etapas de Conflito, Queda, vitória. Ou coisa do tipo?
Lembro de ter visto uns vídeos sobre o tema uns anos atrás, achava uma excelente forma de iniciar uma história. Lembro que eu tinha visto uma aula de roteiro do Fábio Yabu que ele falava umas paradas legais do tipo de iniciar com a ideologia de "essa é a historia de como eu morri/venci"

